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Insegurança e assaltos no Campus 3 da UNEB novembro 3, 2009

Posted by Sertao_Notícias in Segurança Pública.
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Recentemente, os problemas de segurança em faculdades foram pautados por órgãos noticiosos como a Folha de São Paulo a respeito de invasões na USP, capital do Estado, e na UNB, em Brasília e Jornal Nacional, sobre assaltos a estudantes na UFRJ, a qual se limita com vários morros dominados pelo crime organizado.

O consumo desenfreado e estimulado atualmente tem provocado nas pessoas a ansiedade urgente de posse de vários produtos, especialmente os de tecnologia informática como computadores portáteis e celulares. É celular com rádio, e o mais recente com TV. E fica por conta dos seguranças das universidades assumirem o papel de ajudar a comunidade a tentar evitar o caos em que se instaurou violência.

Marcílio Oliveira, 26 e Jamerson de Aguiar, 27, são seguranças do Campus III do Departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Eles afirmam que trabalham há três anos  e que nesse Departamento tem oito vigias que seguem um turno de 12 horas cada dupla, cuja função é  observar o fluxo de pessoas que frequentam a Universidade e promover a segurança do ambiente.

O coordenador de segurança do Campus, Jonivaldo Martins, 50, revela que o número de assaltos na Faculdade vem aumentando muito. Só nos dias 14 e 16 de outubro, aconteceram assaltos  nos arredores e na Universidade, o primeiro em frente ao Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS) e o segundo no caminho interno que liga um Departamento e outro, curiosamente às 11 horas (manhã); em ambos foram levados celulares.

As vítimas foram até os vigias para pedir realizarem mais ronda pelo Campus, mas, segundo Jonivaldo, há déficit no número de vigias, porém já foi solicitado ao reitor, Lorisvaldo Valentim o seguinte:  aumento de pessoal, introdução de rádios e motos para melhor comunicação entre os seguranças e aumentar a agilidade nas rondas, respectivamente, além da compra de câmeras de vigilância. O Coordenador cita um acontecimento que segundo ele o chocou muito: “Uns elementos invadiram o DTCS para se drogarem na beira do rio e quando repreendidos pelos seguranças, dispararam. Nessa época, os vigias ainda não portavam armas, conseguidas somente há uns oito meses, após devido curso de capacitação”.

Paula Almeida, 20, e Arabela Lima, 21, são estudantes de direito da Universidade e confirmam a insegurança que sentem ao transitarem entre os Departamentos da UNEB: “Já saltaram os muros da residência do Campus para furtar fios elétricos e nós, que saímos às 18h50, temos medo, pois sentimos deficiência na segurança”.

Maurízio, Daiane, Aurílio e Lindair

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