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Encontro discute Jornalismo e Assessoria de Imprensa novembro 10, 2009

Posted by Sertao_Notícias in Assessoria de Imprensa, Jornalismo.
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A história do jornalismo no Brasil está passando por um momento de muitas dificuldades.   Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a não obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão, diversos debates tem acontecido a cerca do assunto.

Boa parte da população desconhece a abrangência que o curso de jornalismo dá a quem se forma nessa área.  Os profissionais da comunicação, por exemplo, o campo das assessorias de imprensa cresce cada vez mais.  Em Goiânia, mais de 450 profissionais de comunicação participaram do 17º encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação (ENJAC) que aconteceu de 1 a 4 de outubro.

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Ceres Santos- “Em outros países, em especial a França, a área de assessoria não é exercida por jornalistas"

Para a professora de jornalismo Ceres Santos, a história da assessoria de comunicação mostra que os profissionais de jornalismo são os que entendem melhor a diferença entre um release ou uma sugestão de pauta.  “Em outros países, em especial a França,   a área de assessoria não  é exercida por jornalistas, mas hoje, as grandes empresas preferem o jornalista por formação, por ser mais preparado”, afirma  a professora.

Nas discussões do ENJAC, os assuntos mais abordados foram as transformações no setor de assessoria com o surgimento de novas tecnologias e como melhorar a formação acadêmica.  Diante das discussões, os participantes debateram sobre  a necessidade  da criação do Conselho Federal de Jornalismo (CFJ) em defesa da liberdade de expressão e a  criação de uma nova lei de imprensa que possibilite a democratização da comunicação no país.  “O conselho de jornalismo  seria muito bom para a categoria, temos que pegar os modelos que já existem por aí, como o da OAB, por exemplo. Eu acredito também que outro caminho para a melhoria do jornalismo seria a democratização dos meios de comunicação”, garante Ceres Santos.

O mercado profissional da área de jornalismo  está crescendo em especial no setor de assessoria de imprensa. É necessário que os jornalistas tenham uma formação e estejam habilitados para fazer um trabalho de qualidade, responsabilidade e ética.

Daniele Valois

Eudes Sampaio

João Barbosa

Ramon Nascimento

Welington Junior

Foto: Eudes Sampaio

Insegurança e assaltos no Campus 3 da UNEB novembro 3, 2009

Posted by Sertao_Notícias in Segurança Pública.
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Recentemente, os problemas de segurança em faculdades foram pautados por órgãos noticiosos como a Folha de São Paulo a respeito de invasões na USP, capital do Estado, e na UNB, em Brasília e Jornal Nacional, sobre assaltos a estudantes na UFRJ, a qual se limita com vários morros dominados pelo crime organizado.

O consumo desenfreado e estimulado atualmente tem provocado nas pessoas a ansiedade urgente de posse de vários produtos, especialmente os de tecnologia informática como computadores portáteis e celulares. É celular com rádio, e o mais recente com TV. E fica por conta dos seguranças das universidades assumirem o papel de ajudar a comunidade a tentar evitar o caos em que se instaurou violência.

Marcílio Oliveira, 26 e Jamerson de Aguiar, 27, são seguranças do Campus III do Departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Eles afirmam que trabalham há três anos  e que nesse Departamento tem oito vigias que seguem um turno de 12 horas cada dupla, cuja função é  observar o fluxo de pessoas que frequentam a Universidade e promover a segurança do ambiente.

O coordenador de segurança do Campus, Jonivaldo Martins, 50, revela que o número de assaltos na Faculdade vem aumentando muito. Só nos dias 14 e 16 de outubro, aconteceram assaltos  nos arredores e na Universidade, o primeiro em frente ao Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS) e o segundo no caminho interno que liga um Departamento e outro, curiosamente às 11 horas (manhã); em ambos foram levados celulares.

As vítimas foram até os vigias para pedir realizarem mais ronda pelo Campus, mas, segundo Jonivaldo, há déficit no número de vigias, porém já foi solicitado ao reitor, Lorisvaldo Valentim o seguinte:  aumento de pessoal, introdução de rádios e motos para melhor comunicação entre os seguranças e aumentar a agilidade nas rondas, respectivamente, além da compra de câmeras de vigilância. O Coordenador cita um acontecimento que segundo ele o chocou muito: “Uns elementos invadiram o DTCS para se drogarem na beira do rio e quando repreendidos pelos seguranças, dispararam. Nessa época, os vigias ainda não portavam armas, conseguidas somente há uns oito meses, após devido curso de capacitação”.

Paula Almeida, 20, e Arabela Lima, 21, são estudantes de direito da Universidade e confirmam a insegurança que sentem ao transitarem entre os Departamentos da UNEB: “Já saltaram os muros da residência do Campus para furtar fios elétricos e nós, que saímos às 18h50, temos medo, pois sentimos deficiência na segurança”.

Maurízio, Daiane, Aurílio e Lindair

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